sábado, 19 de julho de 2025

Respeito não tem correção ortográfica

Pra quê ser chiquíssimo, se…


Falar bonito é bom, né?
Soa bem, impressiona.
Mas não adianta ter frase de ouro
e tratar os outros como nada.


“Ei, garçom!” “Ei, vendedor!”
Ei… quem? Sem nome? Sem rosto?
Respeito começa no jeito que chama.


Tem gente que adora corrigir,
se acha juiz da gramática.
“Fala assim, tá errado, tá feio.”


Mas me diz: quem te deu diploma
de dono da língua?


Nem todo mundo teve escola boa.
Nem todo mundo aprendeu cedo.
Mas todo mundo sente, vive, pensa.


A palavra pode ser arma ou abraço.
Pode erguer ou humilhar.


Você pode até ensinar,
mostrar o jeito mais elegante.
Mas sem apontar o dedo.
Sem fazer o outro se sentir menos.


Porque falar bonito mesmo
é falar pra todo mundo entender.
É ter empatia no som da voz.



Estamos aqui pra aprender juntos.
Ninguém é melhor por falar mais “certo”.
Respeito não tem correção ortográfica.


Pensa nisso.






De onde vem a sinceridade?

 Sincero.

Já parou pra pensar no peso dessa palavra?


Hoje a gente usa pra quem fala a verdade, sem enrolação, sem máscara.
Alguém honesto, direto.


Mas olha só que curioso:
vem do latim sincerus, que queria dizer, literalmente, “sem cera”.


Sabe de onde surgiu? Da apicultura!


Sine cera era a forma de garantir que o mel era puro, sem mistura, sem falsificação. Mel limpinho, sem truque.


Depois, usaram sincero pra tudo que era sem mistura, sem enganação.
Até Tito Lívio, lá na Roma Antiga, falou em sincerum praelium — um combate puro, só de cavalaria.


E no fim, a ideia pegou: sinceridade como virtude. Falar sem mentira, sem maquiagem.


Bonito, né? Da pureza do mel pra pureza das palavras.


E você? Tem sido sincero com os outros? E consigo mesmo?





Quem pode ser chamado de Doutor?

 

Veja o vídeo e descubra quem realmente pode ser chamado de Doutor.